"..Eu já não sei respirar quando estou ao lado seu
Juro que me falta o ar, a paixão bateu..."
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Postado por Carol Oliver às 17:08 0 comentários
Marcadores: Ana carolina, chiara civello, resta
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

"Se me desse um último pedido, um único desejo: ainda assim eu escolheria você." (T.B.)
Ao som de If I Ain't Got You, Alicia Keys...
(tradução, refrão)
"...Algumas pessoas querem tudo
Mas eu não quero absolutamente nada
Se não for você, baby
Se eu não tiver você, baby
Algumas pessoas querem anéis de diamante
Algumas apenas querem tudo
Mas tudo não significa nada
Se eu não tiver você, baby..."
Postado por Carol Oliver às 00:58 0 comentários
Marcadores: Tati Bernardi
Ironia..

"É bastante irônico que, na vida, a pessoa que te faz forte é a sua maior fraqueza."
(???)
(Ao som de Jura secreta, Zélia Duncan)
Postado por Carol Oliver às 00:53 0 comentários
Marcadores: ?????
Eu chorei....

Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei.
(C. F. A.)
Postado por Carol Oliver às 00:28 0 comentários
Marcadores: Caio F. Abreu
NÃO!

Não segure minha mão, se você não me reerguer quando eu cair no mundo. Não me pegue em casa, se você não quiser aderir à rota inconstante da minha rotina. Não elogie meu cabelo, se você toca tantos outros por aí, e muito menos meu bom gosto ao vestir, se você não souber valorizá-lo com a devida honra. Não ligue para saber se cheguei bem, se quando você chega em casa, recebe ligações de outras vozes femininas. Não me chame de linda, se você costuma pegar coisa pior por aí. E muito menos de querida, se você não me estimar realmente como algo a mais que amiga sua. Não construa planos, quando o que você quer é viver com seus amigos, e nem plante sonhos em meu jardim, se você não pretender regá-lo com freqüência. Não me apresente como amiga, se acordo ao teu lado em manhãs cinzentas (...)
(C. P.)
Postado por Carol Oliver às 00:24 0 comentários
Marcadores: Camila Paier
