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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Eu choro..Por ti...



"Eu chorei um oceano inteiro essa noite. Eu precisava esvaziar."




(Caio Fernando Abreu)




quinta-feira, 7 de julho de 2011

Triz

“Eu quase consegui abraçar alguém semana passada. Por um milésimo de segundo eu fechei os olhos e senti meu peito esvaziado de você. Foi realmente quase. Acho que estou andando pra frente. Ontem ri tanto no jantar, tanto que quase fui feliz de novo. Ouvi uma história muito engraçada sobre uma diretora de criação maluca que fez os funcionários irem trabalhar de pijama. Mas aí lembrei, no meio da minha gargalhada, como eu queria contar essa história para você. E fiquei triste de novo.
Hoje uma pessoa disse que está apaixonada por mim. Quem diria? Alguém gosta de mim. E o mais louco de tudo nem é isso. O mais louco de tudo é que eu também acho que gosto dele. Quase consigo me animar com essa história, mas me animar ou gostar de alguém me lembra você. E fico triste novamente.
Eu achei que quando passasse o tempo, eu achei que quando eu finalmente te visse tão livre, tão forte e tão indiferente, eu achei que quando eu sentisse o fim, eu achei que passaria. Não passa nunca, mas quase passa todos os dias.
Chorar deixou de ser uma necessidade e virou apenas uma iminência. Sofrer deixou de ser algo maior do que eu e passou a ser um pontinho ali, no mesmo lugar, incomodando a cada segundo, me lembrando o tempo todo que aquele pontinho é um resto, um quase não pontinho. Você, que já foi tudo e mais um pouco, é agora um quase. Um quase que não me deixa ser inteira em nada, plena em nada, tranqüila em nada, feliz em nada.
Todos os dias eu quase te ligo, eu quase consigo ser leve e te dizer: “Ei, não quer conhecer minha casa nova?” Eu quase consigo te tratar como nada. Mas aí quase desisto de tudo, quase ignoro tudo, quase consigo, sem nenhuma ansiedade, terminar o dia tendo a certeza de que é só mais um dia com um restinho de quase e que um restinho de quase, uma hora, se Deus quiser, vira nada. Mas não vira nada nunca.
Eu quase consegui te amar exatamente como você era, quase. E é justamente por eu nunca ter sido inteira pra você que meu fim de amor também não consegue ser inteiro.
Eu quase não te amo mais, eu quase não te odeio, eu quase não odeio aquela foto com aquelas garotas, eu quase não morro com a sua presença, eu quase não escrevo esse texto.
O problema é que todo o resto de mim que sobra, tirando o que quase sou, não sei quem é.”

Tati B.

(Mto meu esse texto pq, né..Enfim...)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

"Eu dava tudo pra acordar amanhã e ter simplesmente esquecido os últimos anos..
Começar do zero, novas memórias, novas pessoas,e até novas decepções...
Mais nada que me lembrasse um vigésimo da dor desse tal de "amor" e do buraco q ele abriu no meio do meu peito..."


(Escrevi isso pra uma amigo durante uma conversa no Facebook)

terça-feira, 5 de julho de 2011

Me dá licença?!!!



"Fica combinado assim: se não te atrapalho, você me dá licença de ser assim do jeito que sou?"

(Caio F.)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

E de repente....

"Se foi.Você havia partido a muito tempo mas agora quem me abandonou foi meu sentimento por você. Se foi mesmo e não volta.
Chorei e nem sei o porquê.
Fechei os olhos,repeti gestos, toques e palavras igual acontecera tempos atrás.Uma última lágrima. Última,não por força de vontade de não chorar mais, última porque não há nada para chorar.Todo esse sentimentalismo doloroso se foi.
Não sobrou raiva,nem descaso,como acontece com a maioria.
Sobrou o nada que é diferente da indiferença.
Sobrou o vazio do que aquilo já foi um dia.E isso,te afirmo, não é indiferença.Sobrou memórias.
Agradeço por tudo.Por todos os momentos,risos,choros e dores.Agradeço sua existência e ao sentimento que tive.Cresci e estou bem agora. Obrigado por comparecerem a minha vida e se envolverem nela. Obrigado por me mostrar a ilusão da felicidade e a insensatez da paixão.Obrigado por me fazer sofrer.
Obrigado por ir embora. Finais são tristes,mas este já não era sem tempo.
"E do vazio,fez-se memórias..."
Tinha jogado suas coisas fora,escondido as cartas no fundo da gaveta,para que não doesse tanto.Vendo agora, eu quero de volta, os retalhos de memórias.
Só para relembrar. Para sorrir em deleito do passado.
Sorrir sem culpa, sem dor. Só sorrir.
Adeus doce sentimento.Nos esbarraremos em algum outro dia e você me apresentará um homem do qual está de braços dados contigo.Doce sentimento,insista em ser meu cupido."


(R. G)